terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Você conhece a Coca-Cola verde?
sábado, 6 de dezembro de 2014
Como escolher o presente ideal?
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Festa da empresa, o que usar?
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Parceria nunca sai de moda
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Câncer e a Lei dos 60 dias
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
O que é moda?
Costumo dizer sempre que, por mais que as pessoas achem bobagem conhecer as tendências, quer queira quer não todos somos afetados por elas. O fato de você preferir sapato sem salto porque gosta de conforto e escolher uma sapatilha, é moda. Por quê não preferiu um tênis ou chinelo? E mesmo as pessoas mais básicas, que não abrem mão de jeans e camiseta lisa de malha, também fazem suas escolhas com base na moda, pois podem optar pelo jeans mais claro ou o algodão feito com garrafas pet e isso tudo é moda.
Por este motivo, falar sobre moda é tão importante dentro de uma organização. Até mesmo naquelas que instituíram o uso do uniforme, a moda está presente nas escolhas das peças, se um colaborador vai usar calça ou saia, ou então no uso de acessórios para marcar a personalidade de cada um. Conversar e conhecer mais sobre a moda também ameniza problemas profissionais. Muitas pessoas que se atrasam para chegar no trabalho perdem tempo escolhendo roupa, acessórios e na hora de arrumar os cabelos ou se maquiar. Ensinar aos colaboradores pequenas dicas e truques ajuda a reduzir o índice de atrasados.
A moda anda conosco diariamente, não há como negar. O ideal é se conhecer, reconhecer qual o seu estilo, o que fica melhor no seu biotipo e encontrar as soluções ideais. Dessa maneira você extrai o melhor de si.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
A etiqueta da noiva elegante - Minha coluna para o CaseBem
Contratar um cerimonial já ajuda, e muito, a evitar transtornos e fazer da sua festa uma celebração elegante. Esse profissional recebe os convidados e os coloca nas mesas, está à disposição para atender pedidos e contornar os imprevistos e faz com que a sua festa tenha um andamento impecável. Mas, de que adianta investir em tudo isso se os noivos não prestarem atenção em alguns detalhes que começam antes mesmo da festa? Vamos a eles...
Os convites devem ser entregues pelo menos um mês antes da festa e o dos padrinhos devem ser entregues pessoalmente quando possível. Caso morem em outra cidade, é importante ligar e fazer o convite por telefone primeiramente. Fazer caixinhas e mimos para os convites especiais dos padrinhos é um carinho, mas não é necessário. Nada mais elegante do que um convite “cara a cara” e com aquele abraço apertado. Não convide para padrinhos pessoas que não são de sua convivência. Só separe casais para formar pares de padrinhos quando forem namorados, neste caso, não há problema algum em convidar apenas o seu amigo ou a sua amiga. Quando noivos ou casados, nem pensar em convidar apenas um dos dois.
A lista de presentes deve ter opções para todos os bolsos. Lembre-se de escolher presentes acessíveis e lojas que façam vendas pela internet, pois facilita muito a vida dos convidados. Sou totalmente contra aquela brincadeira de cortar a gravata e pedir dinheiro, é uma completa falta de respeito. Ora, a pessoa já deu um presente, muitos viajaram, compraram roupa e investiram para estar na festa e ainda precisam dar mais dinheiro? Jamais, em hipótese alguma, peça dinheiro durante a festa.
O atraso da noiva também pode fazer com que perca a elegância. O tolerável são 30, 45 minutos, uma hora já é demais e passando disso os convidados começam a se irritar. E lembre-se que esse atraso vai implicar em todo o andamento da festa, inclusive na fome e humor dos convidados. E isso vale também para aquele momento de espera após a cerimônia religiosa ou civil. Não leve mais do que 20 minutos para fazer as fotos antes de brindar no salão.
Passe nas mesas e agradeça a presença de todos. Não é necessário posar para fotos nesse momento, pois demora muito. Avise os fotógrafos para fazer fotos espontâneas enquanto conversam com as pessoas, fica elegante e o resultado é muito bonito ou escolha um cantinho especial para isso e leve os convidados até lá. Não beba demais, os noivos precisam estar bem até o final da festa para conversar e interagir com as pessoas. O mesmo vale para os pais dos noivos.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Como escolher a foto de perfil nas redes sociais?
Dica do dia!
como é a sua foto de perfil nas redes sociais? está sozinha (o), com marido ou esposa, com os filhos? muitas pessoas adoram usar no perfil imagens com outras pessoas, mas isso não é legal, o ideal é que você apareça sozinha (o), afinal, o perfil é seu. você sabia que mulheres e homens que têm fotos de perfil nas redes sociais com seus companheiros ou filhos demonstram muita dependência? será que é assim que deseja que os outros vejam você? pense nisso!
sábado, 6 de setembro de 2014
Pode selfie no trabalho?
A selfie, aquela foto tirada de si mesmo, sozinho ou acompanhado, com celular, já era febre no mundo todo, principalmente entre as blogueiras de moda. Mas quando os atores de Hollywood fizeram a foto na cerimônia do Oscar esse ano, aí sim o clique “de si mesmo” se popularizou. E no trabalho, vale fazer selfie?
Essa é uma questão bastante particular e cabe ao profissional perceber os perigos de uma selfie mal feita. Algumas regras simples devem ser levadas em consideração para não cometer erros. As principais são: evite mostrar o escritório e principalmente áreas reservadas da empresa, não bata foto comendo ou com bebidas nas mãos, não mostre documentos, cuide para não fotografar clientes e logomarcas de empresas parceiras.
Tomando esses cuidados a selfie pode ser feita, desde que trate de você e não da empresa. Lembre-se que a rede social é sua, portanto, evite misturar perfil profissional e pessoal. E se for fazer uma foto com os colegas de trabalho, certifique-se de que todos estão de acordo com o clique e cuidado com a pose.
Porém, a selfie nem sempre é bem-vinda, principalmente para os profissionais das áreas da saúde e alimentação, por exemplo. Se você trabalha em clínicas, hospitais e laboratórios, ou bares e restaurantes, evite ao máximo as selfies durante o expediente. Certas profissões não permitem que o profissional se exiba tanto assim. Afinal, quem vai sentir segurança com um médico que faz pose enquanto opera um paciente ou aplica medicamentos. Ou então enquanto um chef de cozinha prepara os alimentos ou um garçom serve os clientes?
Nesses casos, as selfies ficam para a hora do intervalo, com muito cuidado porque esses lugares prezam pela limpeza e pela postura correta dos profissionais.
E, por fim, a regra de ouro para todos. O trabalho é local para produzir. Caso vá fazer selfies ou conferir as redes sociais, faça durante o período de intervalo ou nos horários de lanches. Por mais liberal que seja a empresa que você trabalha, lembre-se que a sua postura é observada por todos, inclusive por aqueles que estão fora e pensando: “será que essa pessoa não trabalha, vive postando fotos e comentários nas redes sociais”?
Débora Ferreira
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Selfie no trabalho: pode ou não pode?
Dica do dia!
vale fazer selfie no trabalho? eu sempre digo que a tecnologia veio para ajudar e também trazer a dúvida. você até pode fazer selfie sozinho ou com os colegas de profissão, mas para isso todos precisam estar de acordo. para evitar transtornos, preste atenção nessas dicas: evite mostrar o escritório, não bata foto comendo ou com bebidas nas mãos, não mostre documentos e áreas reservadas, cuide para não mostrar clientes e logos de empresas parceiras. caso você trabalhe em clínicas, hospitais, laboratórios, bares e restaurantes, jamais faça selfie durante o expediente. certas profissões não permitem que o profissional se exiba tanto assim, afinal, quem vai se sentir seguro com um médico que faz pose enquanto opera ou aplica medicamentos, um chef enquanto cozinha ou um garçom enquanto serve os clientes?
BJ
Débora Ferreira
A moda da vovó nos últimos 80 anos
sábado, 23 de agosto de 2014
Certo e errado no trabalho
Você já parou para pensar que passa a maior parte do dia ao lado de pessoas as quais não escolheu a companhia? Elas estão ao seu lado diariamente pelo menos 8 horas e vocês precisam e devem conviver em harmonia. Esses amigos que a vida nos traz são os nossos colegas de trabalho e para que a relação seja saudável é importante seguir algumas regrinhas básicas de convivência e, por que não, de sobrevivência!
Separei aquelas que acredito que sejam as mais importantes. A primeira é para que tenhamos cuidado com as ligações telefônicas. Seja breve e evite falar alto, principalmente quando o assunto for particular. O tom de voz está entre as maiores reclamações em ambientes de trabalho. Controle seus tiques nervosos como mexer as pernas de modo a balançar a mesa, apertar a tampa de canetas, assoviar, batucar enquanto fala ao telefone.
Baixe o volume do seu celular e carregue-o consigo sempre que sair da sala, pois não há nada mais desagradável que celular tocando sem parar! Anote os recados quando seu colega não estiver no local para lembrar de comunicá-lo.
Se gosta de trabalhar ouvindo música faça isso com fones de ouvido porque nem todos gostam do mesmo gênero musical. Ah, e atenção com o volume, as pessoas não devem ficar gritando ou ter que levantar da mesa para falar com você. Mantenha atenção no que se passa ao seu redor.
A mesa de trabalho também merece atenção especial. Não acumule papéis e pastas, mantenha o local limpo e organizado, pois isso passa a ideia de que você dá conta do trabalho. E mais, evite os excessos de enfeites como bichinhos de pelúcia, dezenas de canetas, canecas, vasinhos e fotos. Você pode personalizar seu espaço de trabalho, mas faça de maneira discreta. Há empresas que não permitem, sequer, uma foto sobre a mesa.
Por isso, não abuse caso a sua seja mais flexível, até porque é a sua imagem profissional que está em jogo e se encher o local com ursinhos, bonecas e carrinhos seus colegas acharão que ainda está na pré-adolescência.
BJ
Débora Ferreira
terça-feira, 27 de maio de 2014
Qual a roupa certa? - #cronicadadebora
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Noiva não é rainha
A moda é um ciclo de vai e vem de tendências, mas mesmo com o passar do tempo algumas coisas deveriam ficar de fora dessa roda. Existem modismos que funcionam na passarela e nos editoriais de moda ou se restringem a uma situação específica e não devem cair no gosto popular. Estou falando das coroas e das noivas com complexo de rainhas.
Se você não faz parte de uma realeza, por favor, não use coroa no seu casamento. Não sei porque as mulheres insistem no adereço. Creio que para algumas a coroa deve passar uma imagem de sofisticação, requinte. E aí capricham no tamanho da peça e nas pedrarias utilizadas. Outras, para parecerem ainda mais nobres, combinam a coroa com um véu gigantesco e, claro, um noivo de fraque completo. Ah, por favor!
Em pesquisa na internet fiquei feliz ao encontrar uma entrevista da grande estilista Martha Medeiros na qual ela compactua da mesma ideia que eu, as coroas devem ficar com as rainhas. E não posso negar que fiquei triste demais ao ver a atriz Maria Fernanda Cândido usar coroa no dia do seu casamento.
E o exemplo dela reflete muito bem aquilo que sempre digo, lembre-se que o álbum de casamento é para a eternidade, então todo cuidado na escolha do vestido e dos acessórios. Um vestido clássico não merecia ser prejudicado pelo acessório na cabeça e eu que achava a atriz um exemplo de elegância. Está certo, todos nós podemos cometer certos escorregões, mas que fique combinado que casar usando coroa só para as representantes da nobreza. Você pode e deve reinar na festa, mas de outra forma.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Wings for Life World Run, em Floripa
No último domingo (4/5) Florianópolis (SC) recebeu a etapa brasileira da Wings for Life World Run, uma corrida mundial que aconteceu em mais de 30 cidades no mundo, em todos os continentes e que reuniu corredores profissionais e amadores em busca de uma causa nobre. Toda a renda arrecadada com o evento será revertida para estudos sobre lesões na medula. Grande parte dos inscritos eram amadores que decidiram participar da prova para ajudar e correr em benefício de quem não pode.
Com uma organização eficiente, a corrida aconteceu simultaneamente em todas as cidades. Aqui no Brasil, o horário de largada beneficiou os atletas, que saíram para correr às 7 horas. Além da causa nobre o formato da prova chamou a atenção dos participantes, que fariam uma corrida contra o tempo. Trinta minutos após a largada um carro partiu atrás dos corredores a uma velocidade de 15 km/h. A cada hora a velocidade aumentava 5 km/h.
Por conta disso, a "briga" estava travada com o carro e era uma emoção quando ele ultrapassava os atletas, que imediatamente estavam eliminados. Choro, riso, uma mistura de emoções pode ser observada nas ruas de Florianópolis. E como foi bonito ver a integração de amigos, pessoas com deficiência física que participaram com suas cadeiras de rodas, familiares que não mediram esforços para empurrar sonhos pelas ruas da capital catarinense em busca de esperança. E é essa a palavra que ilustra a Wings for Life, esperança pela cura de lesões da medula, esperança por dias melhores para todos.
Na etapa brasileira o vencedor foi ultrapassado pelo carro aos 44 quilômetros. Já o ganhador mundial correu a frente do carro até alcançar a incrível marca de 78 quilômetros de distância.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Celularmaníacos
Oi gente! Hoje os leitores do Códigos da Moda terão acesso, em primeira mão, a minha próxima crônica do jornal Nortesul. Será que você é ou conhece alguém viciado em celular? No último final de semana encontrei uma menina especial e conto um pouco do que vi aqui para vocês...
Você lembra como era a sua vida sem celular? Quem tem mais de 20 anos provavelmente vai lembrar como era diferente do que vemos hoje. Eu mesma ganhei o primeiro celular apenas aos 18 anos e o aparelho tinha como único objetivo fazer ligações. Como nem todas as pessoas possuiam um celular - ao contrário dos dias atuais - enviar mensagem então era uma raridade.
E com a entrada desses aparelhos em nosso cotidiano mudamos, e muito, o comportamento. No último final de semana fiquei surpresa com o que presenciei em um restaurante. Em uma das mesas havia duas adolescentes com aproximadamente 13 anos. Uma delas mal olhou a comida e não conversou com as pessoas porque estava vidrada no celular.
Já a outra roubou a minha atenção por muito tempo. A menina comeu, conversou e depois retirou da bolsa um livro. Sim, ela leu um livro enquanto os parentes terminavam de almoçar. Me encantei pela cena, uma raridade nos dias atuais. E o mais engraçado é que as duas estavam frente a frente com aqueles hábitos tão diferenciados. A menina que lia o livro por alguns momentos interrompeu a leitura para conversar. A outra que jogava no celular manteve-se alheia a tudo o que acontecia ao redor.
Observei as garotas e comecei a olhar em volta. Um casal com filhos já adultos almoçava em silêncio. A mãe tirou da bolsa um tablet e passou algum tempo navegando pelo facebook. Em outra mesa, um jovem casal esperou a comida chegar sem trocar uma palavra seque porque estavam de olho no celular.
E você, costuma fazer isso também? Certa vez vi uma fotografia retirada de um restaurante onde dizia: "não temos wi-fi, conversem entre vocês". Achei genial, é isso mesmo que falta hoje, interação entre as pessoas. A tecnologia é maravilhosa, mas se não soubermos dosar ela rouba as nossas vidas. Pense nisso.
Débora Ferreira, jornalista
sábado, 3 de maio de 2014
#cronicadadebora - Para quem você se veste?
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Você se veste pra quem?
Oi pessoal! Estou aqui terminando a minha coluna da semana para o jornal Nortesul e o tema é esse: as mulheres se vestem pensando nas outras mulheres.
Concorda, discorda? Depois quero a opinião de vocês, vou compartilhar o texto na íntegra aqui :)
Beijos!
Débora Ferreira
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Sobrenome de príncipe
Desde pequena ela sonhava em casar e formar uma linda família. Passava horas imaginando como seria o nome do seu príncipe encantado, quais as suas feições, de onde viria. Seria bonito? Claro, afinal de contas não existem príncipes feios, pensava. E a menina foi crescendo e alimentando o sonho do casamento.
Um belo dia, cansou de imaginar o seu homem perfeito e passou a idealizar como seria o casamento, onde morariam, quantos filhos teriam, quais os nomes das crianças. E foi então que pensou: "mas qual o sobrenome do meu príncipe?" Ah, um príncipe de verdade precisa de um sobrenome a altura. De uma hora para outra começou a fazer intermináveis junções dos sobrenomes que mais gostava com os dela, afinal, tinha que combinar.
Na escola não foi diferente. Fez o mesmo com os sobrenomes dos meninos que achava bonitos, aqueles com cara de príncipes saídos dos contos de fada. Ah, e quanta decepção para a menina sonhadora, pois as combinações não eram boas. E a velha mania de juntar sobrenomes a acompanhou por toda a vida. Fez o mesmo na faculdade e com os colegas de trabalho. Como era difícil encontrar a pessoa certa com o sobrenome ideal. Aliás, ela deixou de se envolver com muitos homens legais porque eram Silva, Souza, Santos, Pereiras...
Certo dia conheceu um homem pela internet, conversou, se encantou, passou meses de papo com aquele desconhecido que aos poucos mexia cada vez mais com ela. Seria o príncipe encantado? Já estava na hora de casar e quase passava da hora de ter filhos. Decidiu marcar um encontro e para sua surpresa o afair virtual era tudo aquilo que sonhava. Mas, como a vida sempre nos prega peças, com ela não foi diferente. O homem que até então ela só conhecia pelo apelido de "Edu38" não se chamava Eduardo conforme julgava. Seu nome era Adailton Silva. E a história bonita, que tinha tudo para dar certo, terminou ali.
Aquela mulher sonhadora que adorava as histórias de princesa morreu sozinha e triste por não ter constituído família e encontrado um príncipe. Em sua lápide estava escrito: "Aqui jaz a sonhadora Maria dos Santos, que morreu sozinha em busca de um grande amor". Será mesmo que ela buscava um grande amor?
domingo, 20 de abril de 2014
A Páscoa nunca mais foi a mesma
É caro leitor, há tempos que não vejo uma Páscoa como antigamente...
Quando criança, os domingos de Páscoa eram especiais e demorados. A madrugada, longa demais para a minha ansiedade, demorava tanto a passar que chegava a ser angustiante. E que sensação deliciosa ficar imaginando se o coelho iria até a minha casa, como ele seria - eu acreditava que era branquinho igual a esse da foto -, se haveria pegadas indicando o caminho até o ninho. A surpresa boa era quando, depois de muito relutar contra o sono, acordava e via que os presentes estavam ao lado da cama.
Mas como?! Eu nem vi ele passar aqui, que frustração! Esse coelhinho da Páscoa já me pregou cada peça. Porém, o tempo passa, a gente cresce e toda essa magia vai ficando cada vez mais distante. Hoje a Páscoa continua sendo especial, mas de uma maneira bem diferente. Comemoro o prazer de estar com minha família, ganhar carinho e matar as saudades que a distância nos impôs. A espera pelo ninho do coelho não existe mais, toda aquela ansiedade ficou lá na infância e a noite de sábado pré-Páscoa agora é tranquila.
Páscoa como aquelas de antigamente sei que ainda vou viver, dessa vez com meus filhos e sobrinhos. Quem sabe só assim para amenizar a saudade que eu sinto de esperar freneticamente pelo coelho. Ah, tempo bom!
E para você, que parou por um instante para ler esta crônica, desejo uma Páscoa cheia de amor e com espírito de renovação. Afinal, nós adultos devemos e precisamos praticar muito o verdadeiro sentido desta data.
Feliz Páscoa!!!
Beijos!
Débora Ferreira

















